Economize fazendo manutenção preventiva

 

Ao optar pela preventiva, seu mecânico pode determinar junto com você as prioridades de manutenção, ou seja, com determinada quilometragem o que realmente precisa ser substituído de imediato e o que pode esperar mais alguns milhares de quilômetros ou alguns meses. Dessa forma, os custos com a manutenção preventiva se tornam extremamente baratos a médio e longo prazo, quando comparados aos custos de uma quebra inesperada e os transtornos que a acompanham.

3. CORREIA DENTADA

 

Se existe uma peça no carro que pode causar um grande prejuízo é a correia dentada. Em um carro popular, os gastos podem variar de R$ 1,3 mil até R$ 4 mil. A maioria dos carros possui correia dentada. Se o seu é um deles, veja as dicas abaixo.

A função da peça é coordenar a abertura das válvulas de acordo com a posição da árvore de manivelas (virabrequim). Como cada válvula possui um momento exato de abrir ou fechar, de acordo com o movimento dos pistões, ela recebe os “dentes”. Complicado, não? O vídeo ao lado ajuda a compreender.

Na maioria dos casos, quando a correia dentada rompe, os pistões acabam se chocando com as válvulas, provocando o empenamento das mesmas. Quando isso acontece, o motorista é obrigado a fazer a retífica do cabeçote, o que em um veículo motor 1.0 custará por volta de R$ 1,3 mil.

Em determinadas situações, por exemplo, quando o rompimento da correia acontece em altas rotações (alta velocidade ou em fortes arrancadas) o impacto é tão grande que acaba quebrando os pistões. Se isso acontecer, o prejuízo será ainda maior, pois o dono do carro terá que fazer uma retífica completa do motor. Considerando aquele mesmo exemplo de motor 1.0, o reparo custará por volta dos R$ 4 mil.

Como evitar a quebra da correia e o consequente prejuízo
Cantar pneu, reduzir a marcha drasticamente ou dar tranco no motor para fazê-lo pegar são atitudes que devem ser evitadas. Mas a melhor forma de prevenir a quebra da correia é fazer a substituição dentro dos prazos estabelecidos no manual do proprietário. Na maioria dos carros ela deve ser substituída a cada três anos ou 50 mil quilômetros, o que ocorrer primeiro. Se o motorista obedecer às recomendações descritas no manual dificilmente terá problemas.

Existe algum sintoma de que ela esta prestes a romper?
Este é o grande problema. Ela não costuma dar nenhum aviso de que pode romper. Por isso muitos motoristas são surpreendidos com as quebras. Geralmente a correia dentada fica protegida por uma capa de plástico, o que dificulta a avaliação de seu estado.

Para checar as condições da correia, é preciso, com o veículo desligado, retirar a capa protetora e procurar sinais de trincas na borracha ou lona desfiada. Se encontrar alguns desses sintomas, procure um mecânico e faça a substituição imediatamente.

Cuidados especiais
Se for comprar um carro usado com mais de 50 mil quilômetros, é importante fazer a troca para não correr nenhum risco. Se tiver alguma dúvida sobre a procedência do veículo, também é aconselhável realizar a troca, pois a quilometragem pode estar adulterada. Outro cuidado é substituir também o respectivo esticador da correia dentada (peça que mantém a correia esticada), pois se o esticador travar e permitir que a correia pule fora das polias, o estrago no motor será o mesmo.

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